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Meia Maratona SPORTZONE 2013

Sol e enchente humana marcaram sétima Meia Maratona Sport Zone

Foi um verdadeiro espectáculo de cor e movimento o que resultou da sétima edição da Meia Maratona Sport Zone, hoje disputada entre Porto e Gaia num dia soalheiro, quente e quase sem vento, e que levou a que cerca de 12 mil pessoas, quase todas de laranja vestidas – da cor da t-shirt oficial do evento – participassem na meia maratona propriamente dita e na Mini Corrida/Caminhada de 6km.

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Este mar de gente desaguou junto ao Jardim do Calém/Fluvial num cenário único, com o rio Douro resplandecente como centro das atenções e da transmissão que a RTP levou a cabo no seu canal principal, permitindo a todo o País a reafirmação cabal da concretização do sonho que a Runporto um dia evidenciou, o da criação de uma série de eventos de dimensão e qualidade que fossem totalmente marcantes e significativos.

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O domínio da prova, quanto aos atletas de elite, foi africano como desde a primeira edição da Meia Maratona vem acontecendo, e os quenianos venceram nas duas vertentes da corrida de 21097m. Como quase sempre, acabou por não ser um dos principais favoritos a prevalecer no lado masculino. Cinco atletas foram-se isolando, partindo de um grupo mais amplo e que já não tinha os melhores portugueses, e após a passagem aos 10km em 29m25s a definição começou a fazer-se de maneira mais sensível. Depois do 15º quilómetro (em 44m11s), Samuel Wanjiku Ndungu e Elijah Kemboi foram-se embora e seria o menos cotado do dois, Ndungu, um fundista que tem feito toda a carreira sediado no Japão, a fugir para a vitória no tempo final de 61m48s, que era praticamente aquele em que a organização apostava.

Elijah Kemboi ficou no segundo lugar com 62m19s e o júnior etíope Asefa Tsegaye Mekonnen evitaria uma tripla queniana no pódio, como o ano passado, com o terceiro posto em 62m41s, mesmo terminando muito desgastado

Dos portugueses, Rui Silva (Sporting CP), na sua quarta participação na prova foi o melhor, em oitavo com 65m52 s e uma vantagem curta de seis segundo sobre o benfiquista José Moreira, no lugar imediato, e Paulo Gomes (CUA Benaventense) fez cumprir o desejo da organização de que três portugueses ficassem no top-ten, emergindo precisamente em décimo com 66m55s.

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Rui Pedro Silva, pela sua parte, apenas fez a prova em ritmo de treino, junto muito tempo com a vencedora feminina, acabando com mais de 71 minutos.

Essa vencedora feminina foi pela sua parte a atleta que detinha o melhor tempo à partida. A queniana Mercy Kibarus era a 17ª mundial do ano com o excelente máximo pessoal de Março passado em Itália (68m08s), esteve isolada praticamente desde a partida na companhia de Viola Yator, mas nos cinco quilómetros finais fugiu para ganhar com vantagem segura, de 71m11s para 72m41s, face à sua compatriota.
Como nos homens, foi a jovem etíope Marta Tigabea que no terceiro lugar, com 75m24s, evitou um pódio unicolor .

Mónica Silva (Maratona CP), uma atleta habituada a treinar no percurso da prova, foi a melhor portuguesa, em quinto lugar com 76m57s, seguida a ampla distância pela sua companheira de clube Anália Rosa (78m01s), e nas dez primeiras couberam ainda Vera Nunes (SL Benfica), nona com 78m43s, e Catarina Lima (UD Várzea), décima com 79m19s.

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A Meia Maratona propriamente dita teve um total superior a 4700 atletas terminadores o que significou uma subida de mais de um milhar em relação ao ano passado

Quanto à vertente solidária do evento, ela uma vez mais se fez sentir, tendo sido entregue à associação de solidariedade social GAZ um cheque de 6105 euros, montante derivado do número de inscritos na Mini/Caminhada.

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